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"Anjos da Guarda"

Em Jezzine, no Líbano, todos conhecem o orfanato das irmãs. É um edifício grande, bonito, no meio de uma serra, rodeado de verde. Esta casa é um exemplo do trabalho discreto, mas essencial, da Igreja junto das populações que mais têm sofrido com a crise que está a afectar o Líbano. Na casa grande de Jezzine, as crianças de Claire Maalouf ou da Irmã Rose estão a salvo. Por lá comem, brincam, estudam e dormem, como numa casa a sério, como numa família a valer. E redescobrem o amor.

As crianças do orfanato de Jezzine vêm, na sua maioria, de casas onde já não há pão na mesa, mas onde também já faltava, muitas vezes, o cuidado, o carinho e o amor. Claire Maalouf é uma das cuidadoras das crianças. É uma verdadeira avó, sempre disponível para tudo e todos, sempre de sorriso no rosto. A casa grande de Jezzine é uma segunda oportunidade, provavelmente a derradeira, para que aquelas crianças possam ter uma vida tão normal quanto possível. As irmãs são inexcedíveis, procurando construir ali um lar a sério onde todos se possam sentir amados.

O sentimento de revolta das populações é muito grande. No Líbano, falta quase tudo. Até a electricidade. Os apagões duram várias horas e repetem-se praticamente todos os dias. E agora, com o aproximar já dos dias muito frios, esse é outro problema. Como o orfanato está numa zona montanhosa, situada a quase 2.000 m de altitude, os rigores do Inverno fazem-se sentir sempre com muita intensidade.

Os Cristãos do Líbano contam consigo para sobreviver!

Os Cristãos do Líbano contam consigo para sobreviver!

Com 60€ é possível ajudar estas crianças a terem electricidade no orfanato

A alternativa à falta de electricidade é a instalação de uma central fotovoltaica que possa reduzir os custos elevadíssimos dos geradores a diesel que entram em funcionamento sempre que falha a luz.

As necessidades por ali são imensas. A Irmã Rose, a directora do orfanato, pediu-nos ajuda. Ela não tem mais ninguém a quem recorrer.

Se os pais não puderem educar os filhos, estes podem acabar nas ruas. Actualmente, estamos em dificuldades porque o Governo deixou de nos dar qualquer apoio. É uma grande sobrecarga para nós.”

Num país que vai naufragando, onde aqueles que podem tentam emigrar, como quem procura fugir de um pesadelo, as Irmãs Maronitas da Sagrada Família são um exemplo para todos nós. Na casa grande de Jezzine, as crianças estão a salvo.

Foi uma terra que já conheceu a abundância. Hoje, aos poucos, o Líbano está a transformar-se num país fantasma, onde falta quase tudo em todas as casas, a começar, tantas vezes, pelo pão. Quem pode, parte. Agora, com a ameaça da guerra, o medo ainda é maior… A outrora robusta classe média engrossa agora a fila dos pobres, dos que, tantas vezes, têm de recorrer à própria Igreja para conseguirem ter um pouco de pão na mesa. Falta tudo no Líbano. Os combustíveis, a electricidade, os medicamentos… Até a esperança. Calcula-se que mais de 70% de toda a população vive já quase na miséria. Uma situação que se agravou com a pandemia da COVID-19 e com a brutal explosão acidental que destruiu o porto de Beirute e alguns dos bairros da capital libanesa no dia 4 de Agosto de 2020.

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