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A paróquia de São Luis de Monfort, símbolo antigo da presença católica em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, foi “reduzida a escombros” após a incursão terrorista durante o dia de ontem, dia 30 de Abril. “Os missionários estão a salvo, mas a comunidade permanece em choque”, diz o Bispo de Pemba, D. António Juliasse, em mensagem enviada esta madrugada para a Fundação AIS em Lisboa. Apesar da brutalidade do ataque, o Bispo afirma que “a fé deste povo nunca será queimada!”
Num mundo marcado por vários conflitos armados, como acontece na Ucrânia, Irão, Líbano ou Sudão, por exemplo, a Fundação AIS volta a desafiar os portugueses para durante o mês de Maio, mês de Maria, que está a começar, rezarem o Terço numa corrente ininterrupta de oração pelo fim das guerras, pelo fim da violência.
D. Armando Esteves Rodrigues disse ontem, na apresentação nos Açores do Relatório da Fundação AIS sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, que o século XXI corre o risco de ser “ainda mais dramático do que o século XX”, no que diz respeito à perseguição aos cristãos, mas alertou para os que “querem retribuir na mesma moeda”. O Bispo de Angra agradeceu também o trabalho “e o entusiasmo” da fundação pontifícia.



