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Quando o Bispo Stephen Nyodho foi nomeado para a Diocese de Malakal, tudo estava destruído. Não havia edifícios, nem serviços religiosos, nem rebanho. Com coragem e dando o exemplo, começou a reconstruir: primeiro a confiança e, depois, as infraestruturas.
Um país, uma única diocese, 13 padres, cerca de 30 religiosas e aproximadamente 6 mil fiéis, todos estrangeiros. Neste cenário, sendo a Mauritânia um país africano marcado pela emigração ilegal e com uma população em trânsito, são inúmeros os desafios que se colocam à Igreja.
A destruição, há uma semana, da Igreja de São Luis de Monfort e da missão católica em Meza, em Cabo Delgado, levou a comunidade islâmica de Moçambique a publicar um comunicado em que denuncia a tentativa de instrumentalização do Islão “para fins de violência e terror”.



