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É, provavelmente, o país mais pobre do mundo. É, certamente, um dos mais violentos. Gangues armados têm o controlo quase completo da capital, a cidade de Port-au-Prince, e somam-se os episódios de ataques, assaltos, assassinatos e raptos de pessoas. Neste país caribenho, ninguém está a salvo.
A AIS junta-se ao apelo dos bispos da Venezuela para que todos os sectores trabalhem pela reconciliação nacional. A Conferência Episcopal propõe que esta tarefa se baseie no respeito pela soberania do país, na libertação de todos os presos políticos e a utilização dos lucros da exploração do petróleo para combater a pobreza da população.
Nos últimos dias, várias organizações católicas e dioceses apelaram ao governo para enviar mais militares e polícias para conter o derramamento de sangue e a criminalidade que assola grande parte do país, e que se agravou após uma nova onda de ataques.



