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Um país, uma única diocese, 13 padres, cerca de 30 religiosas e aproximadamente 6 mil fiéis, todos estrangeiros. Neste cenário, sendo a Mauritânia um país africano marcado pela emigração ilegal e com uma população em trânsito, são inúmeros os desafios que se colocam à Igreja.
A destruição, há uma semana, da Igreja de São Luis de Monfort e da missão católica em Meza, em Cabo Delgado, levou a comunidade islâmica de Moçambique a publicar um comunicado em que denuncia a tentativa de instrumentalização do Islão “para fins de violência e terror”.
Campanha de solidariedade lançada pela AIS arrancou no início de Fevereiro e já conseguiu, passados apenas três meses, mais de 500 mil euros de donativos, fruto da “fantástica generosidade dos benfeitores portugueses da Ajuda à Igreja que Sofre”, diz a directora nacional da fundação pontifícia.



