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PORTUGAL: Comissão Nacional de Justiça e Paz condena ataque terrorista a missão católica em Moçambique
A Comissão Nacional Justiça e Paz de Portugal (CNJP) emitiu ontem um comunicado em que em que se manifesta chocada pelo ataque terrorista à paróquia católica de São Luis de Monfort, em Moçambique, e afirma temer um aumento de violência contra a comunidade cristã no norte deste país lusófono.

SUDÃO DO SUL: “Não havia nada, nem sequer uma cadeira. Tive de começar do zero”, recorda bispo de Malakal
Quando o Bispo Stephen Nyodho foi nomeado para a Diocese de Malakal, tudo estava destruído. Não havia edifícios, nem serviços religiosos, nem rebanho. Com coragem e dando o exemplo, começou a reconstruir: primeiro a confiança e, depois, as infraestruturas.

MAURITÂNIA: O Islão salafista, “que não vê com bons olhos a Igreja”, está a crescer no país, denuncia D. Victor Ndione
Um país, uma única diocese, 13 padres, cerca de 30 religiosas e aproximadamente 6 mil fiéis, todos estrangeiros. Neste cenário, sendo a Mauritânia um país africano marcado pela emigração ilegal e com uma população em trânsito, são inúmeros os desafios que se colocam à Igreja.

MOÇAMBIQUE: Diocese de Pemba recebe solidariedade da comunidade islâmica que condena ataque terrorista a Igreja
A destruição, há uma semana, da Igreja de São Luis de Monfort e da missão católica em Meza, em Cabo Delgado, levou a comunidade islâmica de Moçambique a publicar um comunicado em que denuncia a tentativa de instrumentalização do Islão “para fins de violência e terror”.

PORTUGAL: Fundação AIS recolhe mais de meio milhão de euros para reparação das Igrejas afectadas pela tempestade Kristin
Campanha de solidariedade lançada pela AIS arrancou no início de Fevereiro e já conseguiu, passados apenas três meses, mais de 500 mil euros de donativos, fruto da “fantástica generosidade dos benfeitores portugueses da Ajuda à Igreja que Sofre”, diz a directora nacional da fundação pontifícia.

UCRÂNIA: Núncio alerta para o cansaço crescente e para as necessidades espirituais no meio da guerra
O Núncio Apostólico na Ucrânia, Arcebispo Visvaldas Kulbokas, descreveu a situação no país como “muito difícil”, destacando o impacto dos ataques contínuos às infra-estruturas, o agravamento das condições humanitárias e uma sensação crescente de exaustão em toda a sociedade.
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