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PORTUGAL: “Tudo isto é chocante”, diz Bispo de Beja comentando a perseguição aos cristãos no mundo
O Seminário de Beja acolheu este sábado mais uma apresentação do Relatório da Fundação AIS sobre a Liberdade Religiosa no Mundo. Uma sessão que contou

MOÇAMBIQUE: Bispos condenam ataques terroristas em Cabo Delgado e elogiam “perseverança na fé” dos fiéis
A Conferência Episcopal de Moçambique publicou ontem, dia 13, uma Nota Pastoral em que manifesta “profunda solidariedade” para com a Diocese de Pemba, palco, a 30 de Abril, de um violento ataque terrorista que reduziu a escombros a missão católica de São Luis de Monfort.

NIGÉRIA: Diocese de Kafanchan anuncia libertação de sacerdote após três meses de cativeiro
O Padre Nathaniel Asuwage foi libertado na passada terça-feira, dia 12, após 94 dias em cativeiro, anunciou a Diocese de Kafanchan em comunicado enviado para a Fundação AIS Internacional. O sacerdote, raptado por terroristas, encontra-se “em segurança” e o seu estado de saúde “é estável”.

PORTUGAL: Fundação AIS participa nas “Conferências de Maio” do Centro de Reflexão Cristã sobre a defesa da paz
“Incansáveis defensores da paz: a paz é Verbo”, é o mote das Conferências de Maio do CRC – Centro de Reflexão Cristã, que este ano contam com a participação da Fundação AIS. Cada interveniente desenvolverá um tema em torno de um verbo. Catarina Martins de Bettencourt vai falar hoje a propósito do verbo “estar”.

PORTUGAL: Comissão Nacional de Justiça e Paz condena ataque terrorista a missão católica em Moçambique
A Comissão Nacional Justiça e Paz de Portugal (CNJP) emitiu ontem um comunicado em que em que se manifesta chocada pelo ataque terrorista à paróquia católica de São Luis de Monfort, em Moçambique, e afirma temer um aumento de violência contra a comunidade cristã no norte deste país lusófono.

SUDÃO DO SUL: “Não havia nada, nem sequer uma cadeira. Tive de começar do zero”, recorda bispo de Malakal
Quando o Bispo Stephen Nyodho foi nomeado para a Diocese de Malakal, tudo estava destruído. Não havia edifícios, nem serviços religiosos, nem rebanho. Com coragem e dando o exemplo, começou a reconstruir: primeiro a confiança e, depois, as infraestruturas.
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