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Relatório da Liberdade Religiosa no Mundo 2023

RLRM

Um relatório que analisa a situação da liberdade religiosa no mundo

O Relatório da Liberdade Religiosa no Mundo analisa o cumprimento deste direito humano fundamental da «Declaração Universal dos Direitos Humanos» em todos os países. Com este estudo, publicado de dois em dois anos, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) tem por objetivo sensibilizar e defender a liberdade religiosa para todas as confissões.
A Fundação AIS apoia a Igreja Católica no seu trabalho de evangelização nas comunidades mais carenciadas, discriminadas e perseguidas do mundo. Todos os anos, a AIS financia cerca de 5.000 projectos de emergência pastoral e humanitária em 140 países.

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Liberdade Religiosa em cada país

A liberdade religiosa, um direito violado

O Relatório da Liberdade Religiosa no Mundo 2023 revela que a perseguição com base na fé se agravou e a impunidade aumentou em 61 dos 196 países do mundo, de acordo com o estudo. A recente edição desta análise revela que a perseguição com base na religião está presente em 14% destes países, enquanto 17% são discriminados com base na fé.

1. A nível mundial, a manutenção e a consolidação do poder nas mãos de autocratas e de líderes de grupos fundamentalistas conduziu a um aumento das violações de todos os direitos humanos, incluindo a liberdade religiosa.

3. Um aumento do número de comunidades religiosas maioritárias que são objecto de perseguição.

4. Uma reacção cada vez mais silenciosa da comunidade internacional às atrocidades cometidas por regimes autocráticos “estrategicamente importantes” demonstrou uma cultura crescente de impunidade.

5. A ascensão de “califados oportunistas” que gradualmente, passaram da conquista e defesa de territórios fixos para ataques de “toca e foge”.

6. As tendências divergentes no seio das comunidades muçulmanas tornaram-se mais visíveis.

7. Aumento da perseguição dos muçulmanos, nomeadamente por outros muçulmanos.

8. Os relatos de agressões contra a comunidade judaica no Ocidente aumentaram após os confinamentos relacionados com a COVID-19.

9. Os raptos, a violência sexual, incluindo a escravatura sexual e a conversão religiosa forçada, continuaram a verificar-se e permaneceram em grande parte impunes (África Ocidental, Paquistão).

10. Inflacionar o número de fiéis como forma de manter o poder político.

11. O aumento do controlo, incluindo a vigilância em massa, teve impacto nos grupos religiosos.

14. Proliferação de legislação anti-conversão, bem como iniciativas de reconversão que oferecem benefícios económicos aos que aderem à religião maioritária ou a ela regressam (Ásia, Norte de África).

15. Aumento dos ataques a líderes religiosos e outros colaboradores da Igreja por grupos criminosos organizados (América Latina).

16. Participação recorde em celebrações religiosas populares após o confinamento da COVID-19.

17. As iniciativas de diálogo inter-religioso aumentaram.

NOTAS EXPLICATIVAS
Período em análise: Janeiro de 2021 a Dezembro de 2022 (inclusive). Para ler os relatórios de cada país, consultar acninternational.org. Ao avaliar a escala de opressão dos grupos religiosos, o Comité Editorial e os Editores Regionais consideraram os factores descritos na secção Metodologia e Definições. A AIS reconhece que a natureza qualitativa da classificação significa que existe necessariamente um elemento subjectivo nesta análise.

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