Num mundo marcado por vários conflitos armados, como acontece na Ucrânia, Irão, Líbano ou Sudão, por exemplo, a Fundação AIS volta a desafiar os portugueses para durante o mês de Maio, mês de Maria, que está a começar, rezarem o Terço numa corrente ininterrupta de oração pelo fim das guerras, pelo fim da violência. “Rezando o Terço podemos ser todos artesãos da paz”, explica Catarina Bettencourt, a directora do secretariado nacional da AIS.
Talvez nunca, como agora, ressoem na nossa memória as palavras premonitórias do saudoso Papa Francisco, quando alertava que o mundo estava a viver já uma III Guerra Mundial, embora em pedaços. O que se passa hoje em dia na Ucrânia, em pleno coração da Europa, mas também no Irão, Líbano, Sudão, no leste da República Democrática do Congo, ou por exemplo a violência terrorista na Nigéria, Burquina Fasso ou em Cabo Delgado, Moçambique, não deixam margem para dúvidas. Há milhões de pessoas, neste preciso momento, ameaçadas pela violência, pela guerra.
Estes são dias muito perigosos. Não podemos resignar-nos perante um mundo com tantas guerras, com tantos conflitos armados, e em que tantos milhões de seres humanos estão em sofrimento como se isso fosse uma inevitabilidade. Mas porque a guerra nunca é uma inevitabilidade, somos chamados a agir rezando pela paz.”
Catarina Martins de Bettencourt, directora da Fundação AIS
Agradecer a Nossa Senhora
À semelhança dos últimos anos, Fundação AIS lança o desafio aos portugueses para protagonizarem uma corrente de oração ininterrupta do Terço pela paz durante todo o mês de Maio. O objectivo é ter sempre o maior número possível de pessoas a rezar o Terço, sem pausas, a qualquer hora do dia, durante todo o mês de Maio.
“A missão da Fundação AIS tem uma ligação profunda com a mensagem de Fátima e a nossa instituição está mesmo consagrada a Nossa Senhora”, explica Catarina Bettencourt, sublinhando, assim, o carinho por esta iniciativa de oração neste mês tão especial. “Maio é o mês em que Nossa Senhora começou a aparecer aos pastorinhos, às três crianças portuguesas, pedindo-lhes para rezarem pelo fim da guerra. E nós, na Fundação AIS, queremos também que esta oração seja uma forma de agradecimento a Nossa Senhora pela nossa missão, pelo nosso trabalho de todos os dias em favor dos cristãos perseguidos, em favor da Igreja que sofre no mundo”, diz ainda a responsável do secretariado nacional da fundação pontifícia.
“Sermos artesãos da paz”
Rezar ininterruptamente o Terço pela Paz durante o mês de Maio é, assim, o desafio que a Fundação AIS volta a fazer aos portugueses. O objectivo é só um: rezar o Terço, pedindo o fim de todas as guerras, de toda a violência, em todos os países e regiões do Planeta.
“Em Maio, mês de Maria, e inspirados no saudoso e querido Papa Francisco, a Fundação AIS convoca todos os portugueses para esta poderosa missão. É que, na verdade, rezando o Terço podemos ser todos artesãos da paz”, conclui Catarina Bettencourt.
A Fundação AIS tem lançado, ao longo dos últimos anos, repetidamente, este desafio aos portugueses, recebendo sempre uma enorme adesão não só por parte dos benfeitores e amigos da instituição, mas também de escolas, paróquias, grupos de catequese, movimentos e até de congregações religiosas. Para se garantir que haverá sempre alguém a rezar o Terço a qualquer hora do dia ou da noite durante todo o mês de Maio, solicita-se uma inscrição no site da Fundação AIS, em que cada pessoa ou grupo escolherá o período de trinta minutos em que assume o seu compromisso de oração.
Paulo Aido | Departamento de Informação da Fundação AIS | info@fundacao-ais.pt




