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Relatórios

Relatório CHINA

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1 junho 2008

A CHAMA DA FÉ

passa através de milagres e da missão


Com igrejas novas a surgir por todo o país, comunidades transbordantes de vocações e milhares de conversões, é quase impossível imaginar que foi brutalmente reprimido no auge da perseguição comunista.

 

No apogeu da perseguição, a actividade religiosa quase se extinguiu. Actualmente, a realidade é completamente diferente. Existem pelo menos 40 milhões de cristãos, um terço dos quais são católicos. De acordo com alguns membros do clero, na China há cerca de 100.000 conversões de adultos por ano. No entanto, a perseguição continua. Pelo menos 12 bispos encontram-se detidos: em prisão domiciliária, na prisão ou forçados a viver na clandestinidade.

 

Apesar das enormes dificuldades, os cristãos têm conseguido resistir aos actos de opressão, mantendo-se fiéis às suas igrejas e participando cada vez mais assiduamente na eucaristia.

 

Os benfeitores da Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) têm apoiado a Igreja na China, nos bons e nos maus momentos. O presente relatório atesta a esperança da Igreja na China testemunhada por uma equipa da AIS que percorreu o país ao encontro dos que necessitam da ajuda da nossa Organização.

 

No ano em que se realizam os Jogos Olímpicos de Pequim, a Igreja na China é ameaçada por problemas antigos e novos: a contínua opressão por parte do Estado e o crescente materialismo.

 

Determinados a resistir a estas tempestades e a aproveitar novas oportunidades, bispos, sacerdotes, religiosas e leigos têm pedido ajuda à AIS mais do que uma vez. Perguntámos a um sacerdote da Igreja “clandestina” o que o motivava a suportar as contínuas dificuldades. Sorriu e, apontando delicadamente para o céu, disse simplesmente: “Deus. É Ele que me anima.”

 

Com frequência, os católicos chineses pagam um alto preço pela sua lealdade para com Roma. A AIS quer que eles saibam que não são esquecidos.

 

O contínuo controlo por parte do Estado limita a informação que a nossa Organização pode revelar sobre os seus projectos. Contudo, os fiéis na China estão profundamente conscientes da sua dívida de gratidão para com os seus generosos benfeitores.

 

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