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Relatórios

Relatório Anual 2013

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23 julho 2014

Fundação AIS recolhe, em 2013, cerca de 88 milhões de euros para 5.420 projectos em 140 países


 
Foi o segundo melhor resultado da história da Fundação AIS a nível internacional. Apesar da crise económica que se abateu sobre tantos países, incluindo Portugal, foram recolhidos 88,3 milhões de euros que permitiram apoiar 5.420 projectos em 140 países.


Comentando estes valores alcançados, a responsável internacional pelo Departamento de Projectos, Regina Lynch, não teve dúvidas em classificá-lo de “um verdadeiro milagre, se considerarmos o difícil momento económico em que nos encontramos”.


A ajuda que resultou da generosidade dos amigos e benfeitores da Fundação AIS dirigiu-se particularmente para os países onde a Igreja Católica está a viver tempos mais conturbados, sendo que cerca de um terço desta verba foi canalizada para países do Médio Oriente.


Em relação a 2012, as ajudas de emergência mais do que duplicaram por causa do conflito na Síria. “A nossa prioridade na região do Médio Oriente centra-se nos mais de 2,5 milhões de refugiados sírios e nos mais de 7 milhões de deslocados em consequência directa da guerra civil que está a destruir este país”, explicou o Padre Andrzej Halemba, responsável da AIS para o Médio Oriente, comentando também o resultado do trabalho dos diversos secretariados da Fundação AIS no mundo.


O Pe. Halemba acrescentou que “a Igreja tem-se revelado como a única instituição em que os refugiados podem confiar e o seu único ponto de referência”.


Desde o início da crise síria que a Fundação AIS já disponibilizou mais de 3,5 milhões de euros para projectos relacionados com os deslocados neste país e com refugiados na Jordânia, Líbano e Turquia.


O Egipto, outro país objecto também de uma atenção especial por parte da Fundação AIS, atravessou um ano de 2013 particularmente difícil com uma violência extrema contra a comunidade cristã e as suas igrejas, tendo sido canalizada uma ajuda especial de 30 mil euros.


China, Paquistão, Cuba, Sudão, Sudão do Sul, Nigéria e República Centro-Africana foram ainda outras nações que mereceram uma atenção especial por parte da Fundação AIS. “Há muitos lugares onde os Cristãos são obrigados a esconder-se ou onde todos os seus movimentos são controlados e também há lugares onde a igreja não pode receber apoios económicos do estrangeiro, o que impede a sua presença”, sintetiza Regina Lynch.


Em termos globais, as ajudas fornecidas pela Fundação AIS distribuíram-se da seguinte forma: projectos de construção 37%; intenções de Missa 17,6 %; formação teológica 12,5%; catequese 10,3%; apoio para transportes 6,9%; apostolado bíblico 5%; ajudas de emergência 4,5%; ajudas de subsistência 3,7% e apostolado dos meios de comunicação social 2,1%.


Esta missão pastoral realiza-se também graças à colaboração dos benfeitores portugueses que com a sua oração e contribuição "permitem continuar a dar esperança e a ajudar aqueles que seguem fielmente a Cristo", testemunha Catarina Martins, directora nacional da Fundação AIS.


Em Portugal, apesar da enorme crise económica que continua a reflectir-se no elevado número de desempregados, registou-se uma verba semelhante à de 2012, com um valor global de 1.885.313 euros.

 

 

Veja aqui o Relatório Anual de 2013.



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