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PERU: Estipêndios de Missa para 18 sacerdotes do Instituto do Verbo Encarnado

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21 março 2022
PERU: Estipêndios de Missa para 18 sacerdotes do Instituto do Verbo Encarnado
Ter a Santa Missa celebrada em nome de alguém que amamos é talvez a coisa mais bela, e às vezes a única, que podemos fazer, especialmente por alguém que faleceu. A nossa oferta de um estipêndio de Missa ao sacerdote não é, em nenhum sentido, um "pagamento" por este bem espiritual, mas sim um gesto de gratidão de amor e de apoio ao sacerdote no seu ministério. Na verdade, para muitos padres em alguns dos países mais pobres do mundo, tais ofertas são muitas vezes o seu único meio de apoio e até mesmo de sobrevivência. Não é de estranhar que, durante a pandemia, tais ofertas de Missas foram mais necessárias do que nunca. Como resultado dos confinamentos, muitos padres desses países foram privados até mesmo das escassas colectas de Domingo que de outra forma teriam recebido. E, de qualquer forma, eles já partilhavam o pouco que tinham com aqueles ainda mais pobres do que eles próprios.

Na celebração do Santo Sacrifício da Missa pelas intenções do benfeitor, o sacerdote coloca estas intenções no altar, perante o Senhor – seja pelo repouso da alma de um ente querido falecido, pela cura de uma pessoa doente, pelo sofrimento de um pai por um filho que rejeitou a fé ou qualquer outra intenção privada. Os benfeitores podem solicitar Missas individuais, uma novena de Missas ou, na verdade, o menos conhecido “Trintário Gregoriano”. Isto acontece quando um padre concorda em celebrar a Santa Missa todos os dias durante 30 dias numa sucessão ininterrupta para o eterno repouso da alma de um falecido. Em muitos países ocidentais é difícil encontrar um padre que se comprometa a celebrar a Santa Missa durante 30 dias consecutivos. No entanto, em muitos países mais pobres os sacerdotes ainda realizam este serviço pelos falecidos com muita alegria.



Entre os muitos padres que dependem das suas Ofertas de Missa estão os 18 membros do Instituto do Verbo Encarnado que trabalham em várias dioceses do Peru, por exemplo na aldeia de Chipaya, na Diocese de Oruro, no alto dos Andes a uma altitude de cerca de 4000 metros. O clima é duro e a missão é difícil. As pessoas são pobres, mas ficam felizes por partilhar o pouco que têm com os seus padres.

O Superior Provincial, Pe. Raúl Harriague, pediu a nossa ajuda para os seus sacerdotes na Diocese de Oruro e noutras dioceses do país. São 18 no total e propomos enviar-lhes 720 intenções individuais de Missa e mais 18 Trintários Gregorianos (30 dias consecutivos cada um), juntamente com uma contribuição total de 11.160 € para os apoiar. O Pe. Raúl escreveu para nos agradecer: "Gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer mais uma vez a ajuda que já nos deram no passado e para vos prometer as nossas orações, tanto por vós no vosso trabalho como também pelos vossos benfeitores."




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Migalhas dadas com muito amor

"Agradecimento ao Senhor pelo amor que nos tem, pela fé e pela comunhão que existe entre os homens que sentem e vivem o sofrimento dos outros. As notícias que a Fundação AIS nos dá todos os meses, fazem-nos estremecer. O filme que nos é apresentado inquieta-nos, ajuda-nos a descobrir Jesus Cristo no outro, e como ele sofre, não tem pão, está doente, marginalizado, comercializado, transacionado como se fosse um objeto. O grupo dos amigos da AIS de Ribeira dos Frades envia mais um cheque que vai junto com as nossas orações, são migalhas dadas com muito amor. Pedimos ao Senhor da Messe que vos ilumine, que envie o seu Espírito sobre a AIS, seus dirigentes e benfeitores, e a todos os homens de boa vontade."

Um grupo de benfeitores de Portugal
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