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BRASIL: Estipêndios de Missa para padres e apoio às religiosas na Diocese de Humaitá na região da Amazónia

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26 outubro 2021
BRASIL: Estipêndios de Missa para padres e apoio às religiosas na Diocese de Humaitá na região da Amazónia
A Diocese de Humaitá situa-se no noroeste do Brasil, no estado do Amazonas. Cobre uma vasta área de mais de quase 136.000 km², mas é pouco povoada, com apenas 135 mil habitantes. Cerca de 55 mil estão concentrados na própria cidade de Humaitá, enquanto as restantes vivem em pequenas povoações ao longo dos rios e lagos da região da Amazónia.

Por um lado há muitas pessoas que estão a migrar para as vilas e cidades, sobretudo as cidades suburbanas, que estão sobrelotadas com um afluxo de pessoas de áreas rurais e também de outros países da América Latina, como o Haiti e a Venezuela. Isto apresenta enormes desafios para a missão pastoral da Igreja e inúmeros problemas sociais. Ao mesmo tempo, porém, ainda há muitos católicos deixados para trás nas pequenas povoações da selva, nas margens do rio e do lago. São conhecidos como Ribeirinhos ou "habitantes da costa".

Estes Ribeirinhos continuam a viver no seu estilo de vida tradicional, o que se está a tornar cada vez mais difícil. O contacto com o mundo moderno está a fazê-los perder o sentido da sua identidade cultural, ao mesmo tempo que são confrontados com outros problemas, como o abate da floresta tropical e a apropriação de terras por grandes proprietários. Além disso, a pandemia não causou apenas a doença e até mesmo a morte de muitas pessoas na Amazónia, como também agravou a pobreza. Pois, com a diminuição do turismo, não há ninguém a quem eles possam vender os seus produtos – por exemplo, os seus artefactos artesanais tradicionais – perdendo, assim, uma grande fonte de rendimento. Como resultado, a sua situação já precária foi ainda mais comprometida pela pandemia.

Também a Igreja tem sido afectada com o aumento da pobreza. Não só há mais pessoas a precisar de ajuda nas suas necessidades materiais e espirituais, mas, ao mesmo tempo, também desapareceu uma grande fonte de rendimento sob a forma da colecta de Domingo. Os padres, religiosos e diáconos que trabalham na diocese precisam urgentemente da nossa ajuda. O bispo pediu a nossa ajuda. "Este pedido é um grito urgente de ajuda", escreve, "uma vez que o nosso rendimento actual não é suficiente para apoiar os padres, religiosos e diáconos que trabalham na diocese."

Por isso, propomos intervir com uma contribuição de 11.460€ para as 17 religiosas e os dois diáconos permanentes que trabalham na diocese, e com estipêndios de Missa para os quatro sacerdotes, e o próprio bispo, no valor de 8.275€. Esta ajuda beneficiará não só os destinatários imediatos, mas será um importante contributo para os ajudar a apoiar as pessoas a quem foram enviados para servir, especialmente neste momento crítico.



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O vosso amor ...

Migalhas dadas com muito amor

"Agradecimento ao Senhor pelo amor que nos tem, pela fé e pela comunhão que existe entre os homens que sentem e vivem o sofrimento dos outros. As notícias que a Fundação AIS nos dá todos os meses, fazem-nos estremecer. O filme que nos é apresentado inquieta-nos, ajuda-nos a descobrir Jesus Cristo no outro, e como ele sofre, não tem pão, está doente, marginalizado, comercializado, transacionado como se fosse um objeto. O grupo dos amigos da AIS de Ribeira dos Frades envia mais um cheque que vai junto com as nossas orações, são migalhas dadas com muito amor. Pedimos ao Senhor da Messe que vos ilumine, que envie o seu Espírito sobre a AIS, seus dirigentes e benfeitores, e a todos os homens de boa vontade."

Um grupo de benfeitores de Portugal
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