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Boletim

BOLETIM 5: Cabo Delgado

1 julho 2020
BOLETIM 5: Cabo Delgado
CABO DELGADO
O TERROR CHEGOU A MOCAMBIQUE

Desde 2017 que grupos armados lançam o terror e o medo em Cabo Delgado. Há centenas de mortos e mais de 200 mil deslocados.

O Daesh, grupo jihadista que expulsou os Cristãos da Planície de Nínive, no Iraque, tem reivindicado estes ataques.

O objectivo é sempre o mesmo: criar um ‘califado’, expulsar os Cristãos e os Muçulmanos moderados e impor a ‘sharia’. É a conversão ou a morte.

O que aconteceu em 2014 no Iraque está a repetir-se agora em Moçambique. Pessoas decapitadas; igrejas e comunidades religiosas atacadas e vandalizadas; Sacerdotes, monges e irmãs forçados a abandonar as suas missões; aldeias destruídas; raparigas e mulheres raptadas; campos incendiados…


Cabo Delgado está sob ataque. A Igreja pede-nos ajuda.

Há milhares de famílias que perderam tudo o que tinham. “É uma tragédia. A situação humanitária está cada vez mais dramática”, diz o Bispo de Pemba, D. Luiz Lisboa, à Fundação AIS.

Ninguém está a salvo da violência. Nem a Igreja. Nem as comunidades religiosas. Os monges beneditinos tiveram de se esconder nas matas e as irmãs carmelitas ficaram quase sem palavras quanto visitaram a vila onde viviam, depois da passagem dos terroristas: “O ataque foi forte, cruel e duroutrês dias…” Há pessoas escondidas nas florestas.

Há famílias inteiras em fuga. São homens, mulheres e crianças que abandonaram tudo o que tinham por causa dos ataques dos grupos armados que têm vindo a semear o medo e a morte em Cabo Delgado.

É UMA BARBÁRIE!
Pessoas decapitadas, igrejas incendiadas, casas, escolas, centros de saúde e outras infraestruturas destruídas. Os jihadistas raptam mulheres, matam cruelmente todas as pessoas... Matam e agridem tanto cristãos como os próprios muçulmanos moderados que se distanciam deste extremismo islâmico.

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